sexta-feira, 19 de abril de 2013

SERPENTES



Serpentes





Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?Mateus 23:33
Dizia, pois, João à
multidão que saía para ser batizada por ele: Raça de víboras, quem vos ensinou
a fugir da ira que está para vir?Lucas 3:7
Raça de víboras, como
podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no
coração, disso fala a boca. Mateus 12:34
E, vendo ele muitos
dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de
víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?Mateus 3:7
Porque Jesus e João Batista foram duros e enfáticos quanto a
este tipo de personalidade naqueles dias chamados de Fariseus e Mestres da Lei?
Será que eles existem hoje? Você já encontrou com algum?
Infelizmente existem muitos hoje, ou melhor, nossas Igrejas
estão cheias!
Vamos definir quem eram os Mestres da Lei e os Fariseus da
época:
Mestres da Lei: Eram estudiosos e alfabetizados – lembrando que
a população alfabetizada no mundo naquela época era em torno de 3%. Eles
ensinavam nas sinagogas e formavam discípulos. Conheciam o antigo testamento
(Torah) na sua forma histórica e da lei, mas desconheciam ou não praticavam o verdadeiro
espírito da lei de Moisés.
Fariseus: Era um partido político e religioso que aceitavam
o domínio romano pacificamente. Geralmente, a grande classe dominante e
sacerdotes e levitas, participavam da seita dos fariseus. Interpretavam a lei na
sua superfície, sem entender o espírito da lei, por isto ficaram sinônimos de
hipocrisia (aquele que fala, julga ou ensina o que não pratica).
Raça de víboras é exatamente o que eles necessitavam ouvir,
pois isto é o que eram! A hipocrisia deles chegou ao ponto de torna pior os
prosélitos (convertidos ao Judaísmo) do que eram antes de se converterem. Raças
de víboras são aqueles que interpretam a lei como querem, de acordo com seus
interesses, de acordo com o desempenho humano, sem dependência de Deus.
Seguem o que a lei diz na letra, na matemática, sem muito importar com a interpretação que Espírito
Santo der. Para eles a lei em si torna-se a palavra de Deus, mas não era a verdadeira
lei, mas sim como eles a interpretavam. O que Deus Pensa e Acha e Interpreta no
Kerigma (grego: revelação) não era buscado por eles e sim as suas tradições.
As consequências deste tipo de espírito têm visitado o
chamado “avivamento brasileiro.” Nosso evangelho hoje de púlpito distancia da
prática de Jesus. Os fins justificam os meios em muitas organizações e julgamentos
de pecados cometidos são totalmente equivocados. Mas o que mais estraga o
cristianismo perante os estão fora os que estão dentro da igreja é a corrosão
da Graça de Deus: Base da salvação e da teologia do Cristianismo. O ensino
errado da graça pode destruir o cristianismo relegando a uma religião qualquer,
que depende de preceitos humanos.
Nosso cristianismo necessita de uma Nova Reforma devida esta
falta de entendimento da graça. Nosso cristianismo hoje é mais baseado na
observância de uma lei velada. É um cristianismo mais parecido com a lei mosaica do que com a Graça tão bem explicada no livro de Gálatas.
Sintomas mais corrosivos da interpretação farisaica: 1)
Dividem pecados mais sérios e pecados tolerados como: Separação conjugal é uma
aberração na igreja, mas dividir covardemente uma igreja criando outra com parte dos membros é abrir uma “nova fonte” (qual será  mais sério e qual machucará mais o corpo de Cristo, qual terá mais consequências para o coletivo). Assim vai: Pecados financeiros (abusos) são tolerados, mas o homossexual sofre um terrível
preconceito em nosso meio como se fosse alguém sem condições de serem amados, restaurados. 2) Julgam sem dó as falhas dos outros sem enxergar as próprias faltas.
Não enxergam como Deus: Pela lupa do amor, enxergam as pessoas pela lupa do julgamento. A Graça que salvará a humanidade quando é misturada a força humana, ao desempenho dos fariseus, ao esforço hipócrita, faz com que eles coam um mosquito, mas deixam passar em seus julgamentos um camelo.
OS PECADOS DAS PESSOAS DEVEM SER TRATADOS PELO ESPÍRITO, NO AMADURECIMENTO COM O TEMPO, E NÃO
POR VOCÊ, FARISEU!
O estágio da igreja brasileira ainda está no nível dos
mestres da lei e dos fariseus, mas pode, se 
não pregarmos intensivamente a Graça, chegar ao grito dos sinceros
que não terão outra opção a falar senão como Jesus e João Batista: RAÇA DE VÍBORAS! Pensem…
A paz do Verbo,


Filhos de Maytrea

Jesus é Deus?

Jesus é Deus?

Você já encontrou uma pessoa que é o centro das atenções onde quer que vá? Alguma característica misteriosa e indefinível o distingue de todas as outras pessoas. Pois foi isso que aconteceu dois mil anos atrás com Jesus Cristo. Porém não foi simplesmente a personalidade de Jesus que cativou aqueles que o ouviam. Aqueles que puderem ouvir suas palavras e observar sua vida nos dizem que existia algo em Jesus de Nazaré que era diferente de todas as outras pessoas.
A única credencial de Jesus era ele mesmo. Ele nunca escreveu um livro, comandou um exército, ocupou um cargo político ou teve uma propriedade. Normalmente ele viajava se afastando somente alguns quilômetros do seu vilarejo, atraindo multidões impressionadas com suas palavras provocativas e seus feitos impressionantes.
Ainda assim, a magnitude de Jesus era óbvia para todos aqueles que o viram e ouviram. E enquanto a maioria das grandes personalidades históricas desaparece nos livros, Jesus ainda é o foco de milhares de livros e controvérsias sem paralelos na mídia. Grande parte dessas controvérsias envolvem as afirmações radicais que Jesus fez sobre si mesmo, afirmações que espantaram tanto seus seguidores quanto seus adversários.
Foi principalmente as afirmações únicas de Jesus que fizeram com que ele fosse considerado uma ameaça pelas autoridades romanas e pela hierarquia judaica. Embora fosse um estranho sem credenciais ou força política, em apenas três anos Jesus foi capaz de mudar a história dos mais de 20 séculos seguintes. Outros líderes morais e religiosos influenciaram a história, mas não como o filho de um carpinteiro desconhecido de Nazaré.
Qual era a diferença de Jesus Cristo? Ele era apenas um homem de grande valor ou era algo mais?
Essas perguntas nos levam ao cerne do que Jesus realmente era. Alguns acreditam que ele era simplesmente um grande professor de moral, já outros pensam que ele foi simplesmente o líder da maior religião do mundo. Porém muitos acreditam em algo muito maior. Os cristãos acreditam que Deus nos visitou em forma humana, e acreditam que há evidências que provam isso.
Após analisar com cuidado a vida e as palavras de Jesus, C.S. Lewis, antigo cético e professor de Cambridge, chegou a uma espantosa conclusão, que alterou o rumo de sua vida. Então quem é Jesus de verdade? Muitos dirão que Jesus foi um grande professor de moral. Ao analisarmos mais cuidadosamente a história do homem que causa mais controvérsias em todo o mundo, primeiramente devemos perguntar: será que Jesus foi simplesmente um grande professor de moral?

Grande professor de moral?

Mesmo os membros de outras religiões acreditam que Jesus foi um grande professor de moral. O líder indiano Mahatma Gandhi falava muito bem sobre a integridade e as palavras sábias de Jesus.
Da mesma forma, o estudioso judeu Joseph Klausner escreveu, “Admite-se mundialmente… que Cristo ensinou a ética mais pura e sublime… que joga nas sombras os preceitos e as máximas morais dos mais sábios homens da antiguidade.”
O Sermão do Monte de Jesus foi considerado o maior de todos os ensinamentos sobre ética humana já feita por uma pessoa. De fato, muito do que conhecemos atualmente como “direitos iguais” é resultado dos ensinamentos de Jesus. O historicista Will Durant, que não é cristão, disse a respeito de Jesus: “Ele viveu e lutou persistentemente por ‘direitos iguais’, e nos tempos modernos teria sido mandado para a Sibéria. ‘O maior dentre vós será vosso servo’ é a inversão de toda a sabedoria política, de toda a sanidade.”
Muitos, como Gandhi, tentaram separar os ensinamentos de Jesus sobre ética de suas afirmações a respeito de si mesmo, acreditando que ele era simplesmente um grande homem que ensinava grandes princípios morais. Essa foi a abordagem de um dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, o presidente Thomas Jefferson, que editou uma cópia do Novo Testamento retirando as partes que considerava que se referiam à divindade de Jesus e deixando as partes a respeito do ensinamento morais e éticos. Jefferson carregava consigo essa versão editada do Novo Testamento, reverenciando Jesus como o maior professor de moral de todos os tempos.
De fato, as memoráveis palavras de Jefferson na Declaração de Independência tiveram como base os ensinamentos de Jesus de que toda pessoa é de imensa e igual importância perante Deus, independente de sexo, raça ou status social. O famoso documento diz: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis…”.
Mas Jefferson não respondeu uma pergunta: Se Jesus afirmou incorretamente ser Deus, ele não poderia ter sido um bom professor de moral. No entanto, Jesus de fato afirmou sua divindade? Antes de observarmos o que Jesus afirmou, precisamos analisar a possibilidade de ele ter sido simplesmente um grande líder religioso.

Grande líder religioso?

Surpreendentemente, Jesus jamais afirmou ser um líder religioso. Ele nunca se envolveu com políticas religiosas ou promoveu agressivamente suas causas, além de atuar quase sempre fora de locais religiosos.
Ao comparar Jesus com outros grandes líderes religiosos, uma notável distinção aparece. Ravi Zacharias, que cresceu na cultura hindu, estudou religiões do mundo todo e notou uma diferença fundamental entre Jesus Cristo e os criadores de outras grandes religiões.
“Em todos esses, existe uma instrução, um modo de viver. Não é Zaratustra quem você consulta, é Zaratustra quem você escuta. Não é Buda que o liberta, são as Nobres Verdades que o instruem. Não é Maomé que o transforma, é a beleza do Corão que o lisonjeia. No entanto, Jesus são somente ensinou ou expôs sua mensagem. Ele era a sua própria mensagem”.
A verdade na afirmação de Zacharias é ressaltada pelas diversas vezes nos Evangelhos em que os ensinamentos de Jesus foram simplesmente “Venha a mim”, “Siga-me” ou “Obedeça-me”. Além disso, Jesus deixou claro que sua principal missão era perdoar os pecados, algo que somente Deus poderia fazer.
Em As maiores religiões do mundo, Huston Smith apontou: “Somente duas pessoas surpreenderam tanto seus contemporâneos a ponto de provocarem a pergunta ‘O que é ele?’ em vez de ‘Quem é ele?’. Essas duas pessoas foram Jesus e Buda. As respostas de Jesus e Buda para essa pergunta foram exatamente opostas. Buda disse claramente que ele era um simples mortal, e não um deus, quase que como se estivesse prevendo futuras tentativas de adoração. Jesus, por outro lado, afirmou… ser divino.”
E isso nos leva à questão do que Jesus realmente afirmou sobre si mesmo: Jesus afirmou ser divino?

Jesus afirmou ser Deus?

Então o que convence muitos estudiosos de que Jesus afirmou ser Deus? O autor John Piper explica que Jesus reivindicou poderes que pertenciam exclusivamente a Deus.
“… os amigos e inimigos de Jesus ficavam espantados constantemente com suas palavras e ações. Ao andar pelas estradas, aparentando ser uma pessoa qualquer, ele virava e dizia coisas como “Antes de Abraão nascer, Eu Sou” ou “Quem me vê, vê o Pai”. Ou, com muita calma, depois de ser acusado de blasfêmia, ele dizia: ‘O Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados’. Para os mortos ele simplesmente dizia ‘Apareçam’ ou ‘Ergam-se’. E eles obedeciam. Para as tempestades ele dizia ‘Acalmem-se’. E para um pedaço de pão ele dizia ‘Transforme-se em mil refeições’. E tudo acontecia imediatamente”.
Mas o que Jesus realmente queria dizer com tais afirmações? É possível que Jesus tenha sido meramente um profeta como Moisés, Elias ou Daniel? Mesmo uma leitura superficial dos Evangelhos nos mostra que Jesus afirmou ser mais do que um profeta. Nenhum outro profeta fez afirmações desse tipo sobre si mesmo, de fato nenhum outro profeta jamais se colocou no lugar de Deus.
Alguns dizem que Jesus jamais disse explicitamente “Eu sou Deus”. É verdade que ele jamais disse exatamente as palavras “Eu sou Deus”. No entanto, Jesus também nunca disse explicitamente “Eu sou um homem” ou “Eu sou um profeta”. Ainda assim, Jesus foi sem dúvida humano, e seus seguidores o consideravam um profeta como Moisés ou Elias. Assim, não podemos rejeitar o fato de que Jesus era uma divindade somente pelo fato dele não ter dito exatamente essas palavras, assim como não podemos dizer que ele não era um profeta.
De fato, as afirmações de Jesus sobre si mesmo contradizem a noção de que ele era simplesmente um grande homem ou um profeta. Em mais de uma ocasião, Jesus chamou a si mesmo de Filho de Deus. Quando questionado se acreditava na possibilidade de Jesus ter sido o Filho de Deus, o vocalista da banda U2, Bono, respondeu:
“Não, não é improvável para mim. Veja bem, a resposta secular para a história de Cristo é sempre esta: ele era um grande profeta, claramente uma pessoa muito interessante e com muitas coisas a dizer, assim como outros grandes profetas como Elias, Maomé, Buda ou Confúcio. Porém na verdade Cristo não deixava você fazer isso. Ele não o isentava das responsabilidades. Cristo dizia: ‘Não, não estou dizendo que sou um professor, não me chame de professor. Não estou dizendo que sou um profeta. … Estou dizendo que sou a encarnação de Deus’. E as pessoas dizem: Não, não, por favor, seja apenas um profeta. Um profeta nós podemos aceitar.”
Antes de analisarmos as afirmações de Jesus, é importante entendermos que essas afirmações foram feitas no contexto da crença judaica em um único Deus (monoteísmo). Nenhum Judeu fiel acreditaria em mais de um único Deus. E Jesus acreditava no Deus único, orando para seu Pai como “o único Deus verdadeiro”.
Mas na mesma oração, Jesus falou sobre ter sempre existido com seu Pai. E quando Filipe pediu a Jesus para que ele lhe mostrasse o Pai, Jesus disse: “Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai.”[10] Assim a pergunta é: “Jesus afirmava ser o Deus hebraico que criou o universo?

Jesus afirmou ser o Deus de Abraão e Moisés?

Jesus continuamente fazia referência a si mesmo de forma que confundiam seus ouvintes. Como aponta Piper, Jesus fez uma afirmação audaciosa, “Antes de Abraão nascer, EU SOU.” Ele falou a Marta e a outros ao seu redor: “EU SOU a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá.” Da mesma forma, Jesus fazia afirmações como, “EU SOU a luz do mundo”, “EU SOU o único caminho para Deus” ou “EU SOU a ‘verdade’”. Essas e muitas outras de suas afirmações começavam coma as palavras sagradas para Deus, “EU SOU” (ego eimi). O que Jesus quis dizer com tais afirmações e qual é a importância do termo “EU SOU”?
Mais uma vez, precisamos voltar ao contexto. Nas Escrituras Hebraicas, quando Moisés perguntou a Deus Seu nome na sarça ardente, Deus respondeu: “EU SOU”. Ele estava revelando a Moisés que Ele era o único Deus atemporal e que sempre existiu. Incrivelmente, Jesus estava usando essas palavras sagradas para descrever a si mesmo. A questão é: “Por que”?
Desde os tempos de Moisés, nenhum praticante do judaísmo jamais se referiria a si mesmo ou a qualquer outra pessoa usando “EU SOU”. Com resultado, as afirmações de “EU SOU” de Jesus enfurecerem os líderes judaicos. Certa vez, por exemplo, alguns líderes explicaram a Jesus por que estavam tentando matá-lo: “Porque você é um simples homem e se apresenta como Deus”.
O uso do nome de Deus por parte de Jesus deixou os líderes religiosos muito enfurecidos. A questão é que esses estudiosos do Antigo Testamento sabiam exatamente o que ele estava dizendo: ele afirmava ser Deus, o Criador do universo. Somente essa afirmação poderia ter resultado na acusação de blasfêmia. Ao ler o texto, é claro entender que Jesus afirmava ser Deus, não simplesmente por suas palavras, mas também pelas reações a essas palavras.
C.S. Lewis inicialmente considerava Jesus um mito. Porém esse gênio da literatura, que conheci os mitos muito bem, chegou à conclusão de que Jesus tinha de ter sido uma pessoa real. Além disso, conforme Lewis investigava as evidências sobre Jesus, ele se convenceu que Jesus não somente era real, mas também era diferente de qualquer outro homem da história. Lewis escreveu:
“E aí que vem o verdadeiro choque. Entre esses judeus, de repente surge um homem que começa a falar como se Ele fosse Deus. Ele diz perdoar os pecados. Ele diz que Ele sempre existiu. Ele diz que Ele está vindo para julgar o mundo no final dos tempos”.
Para Lewis, as afirmações de Jesus eram simplesmente muito radicais e profundas para terem sido feitas por um simples professor ou líder religioso.

Que tipo de Deus?

Alguns dizem que Jesus afirmava ser apenas uma parte de Deus. Porém a ideia de que todos nós fazemos parte de Deus e de que dentro de nós está a semente da divindade simplesmente não é um sentido possível para as palavras e ações de Jesus. Tais pensamentos são revisionistas e não condizem com seus ensinamentos, suas crenças e com o entendimento de seus ensinamentos por parte de seus discípulos.
Jesus ensinou que ele era Deus do modo que os judeus entendiam Deus e que as Escrituras Hebraicas retratavam Deus, e não do modo que o movimento da Nova Era entendia Deus. Nem Jesus nem seu público conheciam Star Wars, então quando falavam de Deus, eles não estavam falando de forças cósmicas. Trata-se simplesmente de uma má história para redefinir o que Jesus queria dizer com o conceito de Deus.
Lewis explica:
Vamos esclarecer isso. Entre panteístas, como os indianos, qualquer pessoa poderia dizer que é parte de Deus, ou um com Deus… Porém este homem, por ser judeu, não poderia dizer que era esse tipo de Deus. Deus, em seu idioma, significava Estar fora do mundo, aquele que criou o mundo e era infinitamente diferente de qualquer outra coisa. Ao entender isso, você verá que o que esse homem disse, de forma muito simples, foi a coisa mais chocante jamais dita por um homem.
Com certeza existem aqueles que aceitam Jesus como um grande professor, porém ainda recusam chamá-lo de Deus. Como deísta, sabemos que Thomas Jefferson não tinha problemas para aceitar os ensinamentos morais e éticos de Jesus e ao mesmo tempo rejeitar sua divindade. Porém como já dito, se Jesus não era quem afirmava ser, então é preciso analisar outras possibilidades, nenhuma das quais faria dele um grande professor moral. Lewis disse: “Estou tentando impedir que qualquer um diga a coisa mais insensata, que as pessoas dizem frequentemente, sobre Ele: ‘Aceito Jesus como um grande professor moral, porém não aceito as afirmações de que ele era Deus’. É exatamente isso que não podemos dizer”.
Em sua missão em busca da verdade, Lewis sabia que não era possível aceitar as duas identidades de Jesus. Ou Jesus era quem ele afirmava ser, a encarnação de Deus, ou suas afirmações eram falas. Se fossem falsas, Jesus não poderia ter sido um grande professor moral. Ele estaria mentindo de propósito ou teria sido um lunático com um complexo de Deus.
Jesus poderia estar mentindo?
Mesmos os maiores críticos de Jesus raramente o chamaram de mentiroso. Essa classificação não é compatível com os grandes ensinamentos sobre moral e ética de Jesus. Mas se Jesus não era quem afirmava ser, devemos pensar na possibilidade de que ele estava intencionalmente enganando a todos.
Uma das mais conhecidas e influentes obras políticas de todos os tempos foi escrita por Nicolau Maquiavel em 1532. Eu seu clássico, O príncipe, Maquiavel exalta o poder, o sucesso, a imagem e a eficiência acima da lealdade, da fé e da honestidade. De acordo com Maquiavel, não há problemas em mentir quando isso visa um fim político.
Poderia Jesus Cristo ter construído todo seu império com base em uma mentira simplesmente para obter poder, fama ou sucesso? De fato, os inimigos judeus de Jesus constantemente tentavam o expor como uma fraude ou um mentiroso. Eles o bombardeavam de perguntas, tentando fazer com que ele cometesse erros ou se contradissesse. Ainda assim, as respostas de Jesus eram de uma incrível consistência.
Assim, a questão que temos que fazer é: o que poderia motivar Jesus a tornar toda sua vida uma mentira? Ele ensinava que Deus não aceitava mentiras e hipocrisia, assim ele não poderia estar fazendo isso para agradar ao seu Pai. Ele certamente não mentiu em benefício de seus seguidores, uma vez todos, com exceção de um, foram martirizados em vez de renunciar seu Senhor (consulte “Os apóstolos acreditavam que Jesus era Deus?”  Assim, nos restam apenas duas possíveis explicações, ambas as quais são problemáticas.

Benefício

Muitas pessoas mentiram em prol de ganhos pessoais. De fato, a motivação da maioria das mentiras é o benefício que as pessoas veem nelas. O que Jesus poderia querer ganhar ao mentir sobre sua identidade? A resposta mais óbvia seria o poder. Se as pessoas acreditassem que ele era Deus, ele teria um poder imenso (é por isso que muitos líderes antigos, como os imperadores romanos, afirmavam ser de origem divina).
O problema dessa explicação é que Jesus evitava qualquer tentativa de ser colocado no poder, em vez de castigar aqueles que abusam de tal poder e vivem suas vidas em busca dele. Além disso, ele estendia suas mãos para os rejeitados (prostitutas e leprosos), aqueles sem poder, criando uma rede de pessoas cuja influência era menor do que zero. De uma maneira que só pode ser descrita como bizarra, tudo aquilo que Jesus fez e disse ia em direção complemente oposta ao poder.
Se a motivação de Jesus era o poder, ele aparentemente teria evitado a cruz a todo custo. Ainda assim, em diversas ocasiões, ele disse a seus discípulos que a cruz era seu destino e sua missão. Como morrer em uma cruz romana poderia conceder poder a alguém?
A morte, obviamente, trás a devida atenção a qualquer coisa. E enquanto muitos mártires morreram em prol das causas que acreditavam, poucos estiverem dispostos a morrer por mentiras conhecidas. Com certeza todas as esperanças de ganhos pessoais de Jesus teriam acabado na cruz. Ainda assim, até seu último suspiro, ele não abriu mão de afirmar que era o único Filho de Deus. O estudioso do Novo Testamento J. I. Packer aponta que este título expressa a divindade pessoal de Jesus.

Um legado

Então se Jesus não mentia em benefício próprio, talvez suas afirmações radicais fossem falsas a fim de deixar um legado. Porém a possibilidade de ser espancado e pregado em uma cruz teria rapidamente acabado com o entusiasmo da grande maioria das pessoas.
Aqui está outro fato assombroso. Se Jesus tivesse simplesmente rejeitado a afirmação de ser Filho de Deus, ele jamais teria sido condenado. Foi sua afirmação de ser Deus e sua relutância a rejeitá-la que fizeram com que ele fosse crucificado.
Se aumentar sua credibilidade e reputação histórica foi o que motivou Jesus a mentir, é preciso explicar como um filho de carpinteiro, proveniente de um pobre vilarejo da Judéia, pode ter previsto os eventos futuros que tornariam seu nome tão conhecido e importante no mundo todo. Como ele poderia saber que sua mensagem sobreviveria? Os discípulos de Jesus tinham fugido e Pedro o negou, o que não é exatamente a melhor ideia para deixar um legado religioso.
Os historicistas acreditam que Jesus mentiu? Estudiosos analisaram a vida e as palavras de Jesus para descobrir se há qualquer evidência de falhas em sua personalidade moral. De fato, mesmo os maiores céticos ficam espantados com a pureza ética e moral de Jesus.
De acordo com o historicista Philip Schaff, não há evidências, tanto na história da igreja quanto na história secular, de que Jesus tenha mentido sobre qualquer coisa. Schaff argumentou: “Como, em nome da lógica, senso comum e experiência, um homem enganador, egoísta e depravado poderia ter inventado e mantido de forma consistente, do início ao fim, a personalidade mais pura e nobre da história, com o mais perfeito ar de verdade e realidade?”.
Aceitar a possibilidade de que Jesus era um mentiroso iria em direção oposta a tudo aquilo em prol de que Jesus ensinou, viveu e morreu. Para a maioria dos estudiosos, essa opção simplesmente não faz sentido. Ainda assim, para negar as afirmações de Jesus, é preciso uma explicação. E se as afirmações de Jesus não são verdadeiras, e ele não estava mentindo, a única opção restante é de que ele estava enganando a si mesmo.

Jesus poderia estar enganando a si mesmo?

Albert Schweitzer, ganhador do Prêmio Nobel em 1952 por seus trabalhos humanitários, tinha suas próprias ideias sobre Jesus. Schweitzer chegou à conclusão de que a insanidade era a base das afirmações de Jesus de ser Deus. Em outras palavras, Jesus estava errado em suas afirmações, porém ele não mentiu intencionalmente. De acordo a teoria de Schweitzer, Jesus estava iludido de forma a acreditar que ele era o Messias.
Lewis avaliou cuidadosamente essa possibilidade. Ele deduziu que se as afirmações de Jesus não fossem verdadeiras, então ele era louco. Lewis argumenta que alguém que afirmou ser Deus não seria um grande professor moral. “Ou ele seria um lunático do mesmo nível de uma pessoa que diz ser um ovo cozido ou seria o Diabo do Inferno”.
A maioria das pessoas que estudou a vida e as palavras de Jesus o reconhece como uma pessoa extremamente racional. Embora sua vida tenha sido permeada de imoralidade e ceticismo pessoal, o renomado filósofo francês Jacques Rousseau (1712–78) reconheceu a personalidade elevada e a presença de espírito de Jesus, declarando: “Quando Platão descreveu seu homem justo imaginário… ele descrever exatamente a personalidade de Cristo. … Se a vida e a morte de Sócrates são as de um filósofo, a vida e a morte de Jesus Cristo são as de um Deus”.
Bono conclui que “louco” é a última coisa que alguém pode pensar de Jesus.
“Assim o que lhe resta é que Cristo era quem Ele dizia ser ou era totalmente louco. E quando digo louco, digo louco como Charles Manson… Eu não estou brincando. A ideia de que toda a história da civilização em mais da metade do planeta foi completamente alterada por um lunático, para mim isso não pode ser verdade…”.
Então, Jesus era um mentiroso ou um lunático, ou era o Filho de Deus? Será que Jefferson estava certo ao classificar Jesus como “somente um professor moral”, negando sua divindade? É interessante que o público de Jesus, tanto crentes como inimigos, nunca o consideraram como um simples professor moral. Jesus causou três reações principais nas pessoas com que teve contato: ódio, terror ou adoração.
As afirmações de Jesus Cristo nos forçam a escolher. Como disse Lewis, nós não podemos categorizar Jesus simplesmente como um grande líder religioso ou um grande professor moral. O ex-cético nos desafia a nos decidir a respeito de Jesus, dizendo:
“Você precisa se decidir. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou é um louco ao algo ainda pior. Você pode calá-lo por Ele ser um louco, você pode cuspir Nele e matá-lo como um demônio ou ajoelhar-se perante Ele e chamá-lo de Senhor e Deus. Mas não vamos considerar besteiras arrogantes dizendo que Ele era um grande professor moral. Ele não nos deu essa possibilidade. Não era esse seu objetivo”.
Em Cristianismo Puro e Simples, Lewis explora diversas possibilidades a respeito da identidade de Jesus, concluindo que ele é exatamente quem ele afirmava ser. Sua análise cuidadosa da vida e das palavras de Jesus levou esse grande gênio da literatura a renunciar seu o ateísmo e se tornar um Cristão comprometido.
A grande questão da história da humanidade é “quem é o verdadeiro Jesus Cristo”? Bono, Lewis e muitos outros chegaram à conclusão de que Deus visitou a terra em forma humana. Mas se isso é verdade, nos esperaríamos que ele estivesse vivo atualmente. E é exatamente isso seus seguidores acreditam.

Jesus voltou mesmo dos mortos?

As testemunhas de Jesus Cristo realmente falaram e agiram como se acreditassem que ele fisicamente se ergueu dentre os mortos após sua crucificação. Se eles estivessem errados, o cristianismo teria se baseado em uma mentira. Mas se estivessem certos, tal milagre confirmaria tudo o que Jesus disse sobre Deus, sobre si mesmo e sobre nós.
Devemos então aceitar a ressurreição de Jesus Cristo somente pela fé ou existe uma evidência histórica sólida? Muitos céticos começaram investigações sobre os registros históricos para provar que os registros da ressurreição são falsos. O que eles descobriram?

Jesus disse o que acontece após a morte?

Se Jesus realmente voltou dos mortos, ele deve saber o que está do outro lado. O que Jesus disse sobre o significado da vida e sobre nosso futuro? Existem vários caminhos para Deus ou Jesus afirmou ser o único? Leia as respostas iniciais em “Por que Jesus?”

Jesus pode trazer significado para a vida?

Jesus pode responder as grandes questões da vida: “Quem sou eu?” “Por que estou aqui?” E, “Para onde estou indo?” Jesus fez declarações sobre a vida e o nosso propósito aqui na Terra que precisam ser analisadas antes de o ignorarmos como indiferente ou impotente. Este artigo, “Por que Jesus”, analisa o mistério de por que Jesus veio para a Terra e o que isso significa para nós.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Messias - Cristo - Buddha - Krishna - Iman Mahdi (O ILUMINADO) Maitreya O Cristo Cósmico Quem é o Novo messias

Messias - Cristo - Buddha - Krishna - Iman Mahdi
(O ILUMINADO)

Maitreya
O Cristo Cósmico
Quem é o Novo messias
Maitreya, o Mestre Ascenso cujo nome significa "bondade", está cumprindo seu juramento de tutorar na Terra as almas que desejam trilhar o caminho do Bodhisattva. Ele, que vestiu o manto do Senhor Divino na Escola de Mistérios da Lemúria (Éden), veio em resposta ao chamado da Mãe Divina para salvar os Portadores de Luz.

Maitreya foi o segundo discípulo (após Gautama) a responder à chama de Sanat Kumara na Terra. Em 1º de janeiro de 1956, numa cerimônia realizada no Retiro de Royal Teton, Gautama sucedeu a Sanat Kumara no cargo de Senhor do Mundo e Maitreya sucedeu a Gautama nos cargos de Cristo Cósmico e Buda Planetário, passando o manto de Instrutor do Mundo aos candidatos a este cargo, Jesus Cristo e Kuthumi.

A Mestra Ascensa Pórcia definiu o cargo de Cristo Cósmico como sendo a incorporação do momentum conjunto da consciência crística de cada alma individual em evolução na Matéria, e o próprio Senhor Maitreya deu ao mundo uma explicação a esse respeito em seu ditado de 14 de novembro de 1973:
"Eu represento para vós o Pai quando vós estais no caminho rumo ao Cristo. Quando vós vos tornais o Cristo, eu represento para vós o Irmão em Cristo. Quando vós procurais elevar o raio feminino em vós, eu vos dou então o complemento a esse raio como o Espírito Santo. E quando vós manifestais o Espírito Santo, eu então apareço como a Noiva Vestida de Branco. E vedes assim que a mestria da consciência do Cristo Cósmico é a realização da mestria dos quatro pontos da Cidade Quadrangular e os quatro lados dos quatro corpos inferiores. Portanto, a marca da consciência do Cristo Cósmico e daquele que atinge esse patamar é tornar-se o tudo em todos".

Seu nome significa Compaixão, e como Instrutor do Mundo completou as grandes religiões. 
Ele encarnou na Índia como Krishna para promover a religião Hindu e mais tarde Ele foi o Pai que instruía e agia através de Nazareno. (Jesus)
Maitreya, nesta Nova Era, vestiu o Manto de Cristo Cósmico, que pertenceu a Jesus na Era de Peixes, Jesus, que padeceu e morreu na cruz, completando assim a religião Cristã. 

Ele tem sido esperado há gerações por todas as principais religiões. Os cristãos conhecem-no como o Cristo e estão na expectativa de Seu iminente retorno. Os judeus esperam-no como o Messias; hindus aguardam a chegada de Krishna; budistas esperam Buddha Maitreya e os muçulmanos esperam-no como Iman Mahdi ou o Messias. Os nomes podem diferir, mas existe a crença de que todos esses nomes se referem a mesma pessoa - O Professor do Mundo- cujo nome é Maitreya.

Preferindo simplesmente ser conhecido como o Instrutor, Maitreya não vem como um líder religioso ou fundador de uma nova religião, mas sim como professor e guia para as pessoas de todas as religiões e para aqueles sem religião.
Nestes tempos de grandes crises políticas, econômicas e sociais, Maitreya inspirará a humanidade para que esta se sinta como uma família e criará uma civilização baseada no compartilhar, na justiça econômica e social e na cooperação entre todos os homens.
Ele lançará um apelo para salvar milhões de pessoas que morrem de fome a cada ano num mundo de fartura e abundância. Entre as recomendações de Maitreya está uma mudança nas prioridades sociais de modo que a alimentação, a moradia, a educação e a saúde pública adequada se convertam em direitos universais.
Sob a inspiração de Maitreya a humanidade fará as mudanças necessárias e criará um mundo mais razoável e justo para todos.
"As esperanças agora são grandes para MEU Reaparecimento. Com alegria ME apresentarei às pessoas. Busquem por MIM e ME encontrarão esperando. Procurem por MIM e peguem Minha mão. EU necessito sua ajuda para estar diante de vocês, para abençoar este mundo e ensinar, para mostrar aos homens que o caminho é simples, requer somente aceitar a justiça e a liberdade, Compartilhar e Amar"

A Arte da Realização do Ser
"Não vim para fundar uma nova religião", diz Maitreya, o Professor do Mundo. "Vim para ensinar a arte da realização do ser", algo que não é nem ideologia nem uma religião, mas que beneficia as pessoas de todas religiões e aquelas que não pertencem a nenhuma religião. "Eu busco expressar o que Sou através de vocês, por isto venho"
Segundo Maitreya, "Só o Ser importa". "Vocês são este ser, um ser imortal". O sofrimento é causado pela identificação com tudo o que não é o Ser. Perguntem a si mesmos: Quem sou eu ? E verão que estão identificados com a matéria (corpo), ou com o pensamento (mente), ou com o poder (espírito). Porém, vocês não são nenhum destes". Mente, corpo e espírito são os templos do Senhor. O Ser experimenta nestes templos "o supremo Ser e a manifestação do Senhor".
Uma das formas mais fáceis de conhecer-me, diz Maitreya, é serem honestos em sua mente, sinceros em seu espírito, praticando o desapego. Qualquer ação realizada com desonestidade da mente, insinceridade espiritual e apego, é destrutiva. Por exemplo, se pensam numa coisa, dizem outra, e fazem ainda outra diferente, estão perdidos. A honestidade da mente conduz à palavra honesta e à ação correta. Esta harmonia conduz à paz e a felicidade.
Sem o desapego não há salvação. O desapego é a "droga" mais poderosa. Aprender o desapego é uma arte. Um cientista desapegado, aprenderá as leis da física e química (que são leis da criação) e as aplicará, criando coisas que constituem a obra de Deus. O artista, com desapego, será capaz de descobrir Deus através de suas próprias experiências.
"Sejam como são", nos ensina Maitreya. "Não percam frente a outros, o respeito a si mesmos, sua dignidade". Não permitam que ninguém projete suas sombras sobre vocês. Um mestre transmite experiências, mas não projeta sua sombra sobre o discípulo. Não sigam a outros. Se praticares a honestidade da mente, a sinceridade do espírito e o desapego, conhecerás o teu Ser, conhecerás a Mim, conhecerás ao Senhor.
Não vim para criar seguidores, diz Maitreya. Cada um de vocês deveria continuar desenvolvendo-se dentro de sua própria tradição religiosa. Um verdadeiro discípulo é aquele que respeita as tradições. Respeitem suas próprias religiões, suas próprias ideologias, em suma, sua própria forma mental e experimentarão o Mestre.
"Mesmo quando me virem, não corram atrás de mim. Se correrem atrás de mim, vão Me perder. Não posso ser monopolizado, pertenço a todos".

A Missão de Maitreya
Maitreya veio para lutar contra a ignorância e o medo, a divisão e a necessidade. Suas armas são a compreensão espiritual, o conhecimento e o amor. Sua brilhante armadura é a própria verdade em si mesma.
Muitas pessoas esperam a volta de Cristo com medo e confusão. Sentem que Sua aparição levará a grandes mudanças em todos os sentidos da vida. Com razão supõem que Seus valores vão alterar necessariamente suas formas de pensar e viver e se assustam ante tal perspectiva. Além disso, tão mística foi a visão do Cristo apresentada ao longo dos séculos pelas igrejas, que muitos temem seu juízo e poder onipotente; esperam um Deus vindo para castigar os maus e recompensar os fiéis. É muito triste e lamentável que uma visão do Cristo tão deformada, haja impregnado a consciência humana. Não existe semelhante ser. Para compreender a verdadeira natureza do Cristo é preciso vê-LO como um entre os Filhos iguais de Deus; cada um dotado de pleno potencial divino, diferenciando-se unicamente no grau de manifestação desta divindade.
Que Ele tenha conseguido a plenitude desta divindade é a sua gloria, e muito bem podemos mostrar nossa reverência frente a isto. Também é indiscutivelmente certo que este mesmo êxito é realmente incomum. Mas o mais maravilhoso do Cristo para o homem, é que ELE foi um deles. Não há nada nas provas e sofrimentos dos homens, que Ele não tenha conhecido. Cada passo do caminho que os homens recorrem, Ele dolorosamente já pisou. Não há nada, no completo panorama da experiência humana de que Ele não tenha compartilhado. Assim, na verdade Ele é o Filho do Homem...Esclareçamos em nossas mentes as razões de seu regresso. Compreendamos a natureza do trabalho que ele impôs a si próprio. Para estabelecer entre nós a realidade de Deus, Ele veio. Para recriar os Mistérios Divinos, Ele está aqui. Para ensinar aos homens como amar, e amar novamente, Ele está entre nós. Para estabelecer a fraternidade do homem, caminha uma vez mais sobre a Terra para manter a fé com o Pai e com o homem, Ele aceita este encargo. Para anunciar a nova era, Ele voltou. Para consolidar o tesouro do passado, para inspirar as maravilhas do futuro, para glorificar a Deus e ao Homem, Ele desceu de sua alta montanha.
Que semelhante trabalho não é fácil, nem sequer para o Filho do Homem, é evidente. Os antigos costumes de divisão e separação tem fortes raízes, enquanto o medo e a superstição enfeitiçam o homem há milhões de anos. Mas nunca antes, na história do mundo, veio um Professor melhor equipado para seu Trabalho. Maitreya veio para lutar contra a ignorância e o medo, a divisão e a necessidade. Suas armas são a compreensão espiritual, o conhecimento e o amor. Sua brilhante armadura é a própria verdade em si.


A onde está Maitreya?

A onde está Maitreya?
Messias - Cristo - Buddha - Krishna - Iman Mahdi
Estamos chegando em um momento crucial de nossa história evolucional, tanto como espíritos habitantes deste planeta chamado Terra, como a própria Terra.
Nosso planeta se ascende uma oitava de Luz, com isso aumentando sua vibração cósmica, forçando que os habitantes espirituais e elementais que nela habitam, aumentem proporcionalmente suas vibrações. Aqueles em qual a vibração não se faça jus ao novo momento cósmico, será exilado.
Este momento explicaria muitos dos acontecimentos presentes de nosso Planeta Terra. 
Este momento trás ao mundo físico da Terra, muitos seres de Luz, seguidores das Leis Divinas e também os contrários as Leis Divinas.
Nosso irmão Maitreya, é um destes irmãos de Luz que está a servir neste momento as determinações da GFB e por conseqüente servindo a Luz de Deus. Não devemos nós enganar, e achar que os contrários a Luz, não aproveitariam este momento para colocar o seu Maitreya. Não devemos ser tão simplórios a ponto de não esperar o aproveitamento de tal situação pelos contrários a Luz de Deus.
Muito se fala e se escreve sobre o aparecimento do mestre Maitreya, até mesmo que habita entre nós. De todo não está errado tal afirmação, pois Maitreya habita entre em nós, mas não na forma física e sim na forma da energia mais poderosa do universo, o AMOR.
Diferentemente do que ocorreu com o mestre Sanandha, Jesus, o Cristo, a dois mil anos atrás, o qual encarnou em um corpo físico, o mestre Maitreya não habitará em um corpo físico, pelo motivo que um corpo físico não suportaria tamanha Luz emanada de seu Ser e também pelas energias negativas em nossa atmosfera, que não permitiria tal vivência. Portanto foi lhe preparado um corpo etéreo, para que seja utilizado da quinta dimensão para baixo. Possibilitando até mesmo fazer seu reflexo divino se manifestar ao plano físico.
Mas se o novo avatar não vai se manifestar pessoalmente, como vai ser colocado seus ensinamentos?
Para isso, estão encarnando muitos dos mestres da GFB, para que através deles o pai se manifeste, e com isso formar uma corrente de energia, que permitira a todos participar e construir um novo mundo. Todos, sem exceção, estão se preparando, outros já atuando, para repassar a energia do Amor do novo Avatar.
Muitas das revelações que não me eram permitidas escrever, estão sendo aos poucos permitidas, como a encarnação física do mestre Hilarion, mais conhecido como Emmanuel, seu nascimento seu deu este ano, em bebê menino, sendo agraciada a cidade de Curitiba, estado do Paraná, Brasil. É claro que sei que estas informações são novas para vós, são poucos até este momento em nosso planeta que sabem que Hilarion e Emmanuel são o mesmo ser, e principalmente de sua volta, portanto, não saberei dizer se esta noticia lhe trará paz e felicidade como trouxe a mim. Até mesmo meu querido irmão André Luiz, esta pensando em vir ajudar aqui em baixo.
A mensagem portanto é esta, se virem alguém intitular-se Maitreya, certifiquem se suas palavras são as de um Emissário Divino, como o foi Jesus, onde o Pai fala através de Mim. Portanto, todos temos um pouco de Maitreya, mas isso não nos faz um Maitreya. Pois Maitreya, neste momento se faz energia, que não pode ser concentrada em apenas um Ser, tamanha energia abundante se faz neste momento.
Você amado irmão pode ser mais um dos Maitreyas a trabalhar pela Luz de Deus, basta querer.
Acredito que respondida está a questão de onde está Maitreya, fico tranqüilo ao escrever este texto, pois a muito irmãos perguntam, aonde está Maitreya? ele vive na Inglaterra? ele vive na Terra? Ele vive, vive sim, nos corações que gentilmente sedem seus espaço para o Amor Divino. Acorde e saiba que o Novo Avatar já habita entre em Nós, Ele habita em Meu coração e espero que habite no Seu meu irmão.
Não procure o Cristo no externo, pois não o encontrarás. Procure dentro de vós, e certamente Ele estará lá.
Assim Seja e Assim Será.
Vosso irmão de senda,
Eu Sou ãcãrya.

Como virá à Terra o Novo Messias?

Como virá à Terra o  Novo Messias?
Messias - Cristo - Buddha - Krishna - Iman Mahdi
Cristo ou Anti Cristo?
Depende exclusivamente em que lado da sua Luz você se encontra...
Em qual lado você se encontra???
Maitreya, o Mestre Ascenso cujo nome significa "bondade", está cumprindo seu juramento de tutorar na Terra as almas que desejam trilhar o caminho do Bodhisattva. Ele, que vestiu o manto do Senhor Divino na Escola de Mistérios da Lemúria (Éden), veio em resposta ao chamado da Mãe Divina para salvar os Portadores de Luz.
O novo Cristo, dentro da hierarquia da Fraternidade Branca é o segundo, Gautama é o primeiro e foi quem substituiu Sanat kumara. Diferentemente de Jesus, que foi o responsável pela era de peixes e também o Cristo Cósmico, a era de aquário tem como responsável Saint Germain e como Cristo Cósmico Maitreya. 
Devido a importância desta Era para toda a humanidade, foi que Maitreya, em sua infinita bondade, aceitou o papel de Cristo Cósmico, sendo que já havia trabalhado como mentor de Jesus na Era de Peixes, o qual ( Jesus ) se referia a ele ( Maitreya ) como Pai.
É bom salientar que estamos falando de seres ( Gautama, Maitreya e Jesus ), que são de outros planetas, e possuem milhares de anos cosmos de evolução, e que abriram mão da continuidade, para zelar e ajudar o povo deste planeta.
Diferente do que a maioria das religiões esperam, o Novo Messias não virá a terra em um corpo físico, como veio Jesus, ele atuará em um corpo etéreo  na quarta dimensão, um corpo ( já adulto) que foi especialmente produzido para receber sua luz, já que a tamanha luz de seu ser, não suportaria um corpo físico ou vice-versa, num planeta de negatividade atual tão elevada.
Nesta Nova Era, o Messias não irá atuar como um, e sim, irá atuar através de varias centenas de pessoas de Luz, já devidamente encarnadas no planeta Terra e sendo preparadas para juntas atuarem sob a Luz do  Novo Messias, sendo que a maioria destes seres, vivem como pessoas comuns em varias partes do mundo, muitos destes, vivem, mais precisamente no Brasil, alguns já atuando e outros aguardando para divulgarem as palavras de luz que conduzira todos os seres para o despertar de uma Nova Era.
Por isso, é que muitos seres de luz, hoje, estão procurando cada vez mais lugares quentes, de temperaturas fixas, muitos até sem se darem conta que estão respondendo a um chamado divino, e com isso formando uma célula de pensamento e comportamento condizente com os da Nova Era.
Um dos papeis principais do Brasil nesta Nova Era, é de ser o berço da Sétima Raça Raiz.
Desculpem, se me torno objetivo e vago ao mesmo tempo em minhas informações, pois é tudo que é me permitido divulgar agora neste momento, de qualquer forma, esta informação alcançara o que deve ser alcançado.
Eu Sou ãcãrya.

Cristo ou Anti Cristo?

Cristo ou Anti Cristo?
Depende exclusivamente em que lado da sua Luz você se encontra...
Em qual lado você se encontra???
Maitreya, o Mestre Ascenso cujo nome significa "bondade", está cumprindo seu juramento de tutorar na Terra as almas que desejam trilhar o caminho do Bodhisattva. Ele, que vestiu o manto do Senhor Divino na Escola de Mistérios da Lemúria (Éden), veio em resposta ao chamado da Mãe Divina para salvar os Portadores de Luz.
O novo Cristo, dentro da hierarquia da Fraternidade Branca é o segundo, Gautama é o primeiro e foi quem substituiu Sanat kumara. Diferentemente de Jesus, que foi o responsável pela era de peixes e também o Cristo Cósmico, a era de aquário tem como responsável Saint Germain e como Cristo Cósmico Maitreya. 
Devido a importância desta Era para toda a humanidade, foi que Maitreya, em sua infinita bondade, aceitou o papel de Cristo Cósmico, sendo que já havia trabalhado como mentor de Jesus na Era de Peixes, o qual ( Jesus ) se referia a ele ( Maitreya ) como Pai.
É bom salientar que estamos falando de seres ( Gautama, Maitreya e Jesus ), que são de outros planetas, e possuem milhares de anos cosmos de evolução, e que abriram mão da continuidade, para zelar e ajudar o povo deste planeta.
Diferente do que a maioria das religiões esperam, o Novo Messias não virá a terra em um corpo físico, como veio Jesus, ele atuará em um corpo etéreo  na quarta dimensão, um corpo ( já adulto) que foi especialmente produzido para receber sua luz, já que a tamanha luz de seu ser, não suportaria um corpo físico ou vice-versa, num planeta de negatividade atual tão elevada.
Nesta Nova Era, o Messias não irá atuar como um, e sim, irá atuar através de varias centenas de pessoas de Luz, já devidamente encarnadas no planeta Terra e sendo preparadas para juntas atuarem sob a Luz do  Novo Messias, sendo que a maioria destes seres, vivem como pessoas comuns em varias partes do mundo, muitos destes, vivem, mais precisamente no Brasil, alguns já atuando e outros aguardando para divulgarem as palavras de luz que conduzira todos os seres para o despertar de uma Nova Era.
Por isso, é que muitos seres de luz, hoje, estão procurando cada vez mais lugares quentes, de temperaturas fixas, muitos até sem se darem conta que estão respondendo a um chamado divino, e com isso formando uma célula de pensamento e comportamento condizente com os da Nova Era.
Um dos papeis principais do Brasil nesta Nova Era, é de ser o berço da Sétima Raça Raiz.
Desculpem, se me torno objetivo e vago ao mesmo tempo em minhas informações, pois é tudo que é me permitido divulgar agora neste momento, de qualquer forma, esta informação alcançara o que deve ser alcançado.
Eu Sou ãcãrya.